Sambas de Exaltação

"Tu és o pavilhão do amor..."

Grandes sambas que exaltam a nossa história, recontam momentos da criação da nossa escola, e falam do sentimento que bate em nossos corações. Os sambas de exaltação, sempre cantados na abertura dos ensaios, no esquenta dos desfiles, nas feijoadas e outros grandes eventos, foram escritos por nossos grandes poetas e nas vozes imortais de grandes intérpretes.

Nesta página disponibilizamos alguns desses grandes sambas, que fazem parte da história e identidade da Estácio de Sá, a 1ª Escola de Samba do Brasil, o verdadeiro Berço do Samba!

Pavilhão do Amor

Autores: Jair Guedes, Toninho Gentil, Soneca, Jorge Magalhães e Marcelo Luiz

(versão com Dominguinhos do Estácio - Estúdio)

(versão com Dominguinhos do Estácio - Ao Vivo)

A saudade apertou
E eu voltei, e eu voltei
Pra ficar ao seu lado
Com um nó na garganta
Meu peito se zanga
O sentido calado

Mas corre nas veias
Esse sangue vermelho
Que me faz explodir
Seu branco é o encanto
Eu visto esse manto, e vou por aí
A Estácio é isso aí

É, a esperança continua
Amor, amor, amor
Sou teu poeta pelas ruas
O meu coração se abriu em flor
Tu és o pavilhão do amor


Semente de Uma Raiz

Autores: Jair Guedes, Toninho Gentil, Soneca, Jorge Magalhães e Marcelo Luiz

(versão com Dominguinhos do Estácio - Estúdio)

(versão com Serginho do Porto - Ao Vivo)

 

Tudo começou com a Deixa Falar
Passou pelo Cada Ano, Paraíso das Morenas
Hoje é Estácio de Sá

Ai, ai, ai, meu Deus
Como eu me sinto feliz
Pois eu também sou raíz
Da minha Estácio de Sá

Quero mostrar
O que minha escola tem
Uma ala de baianas
E a famosa bateira
Que segura o batuque
e vai até o raiar do dia

Vem menina,
entra nessa brincadeira
que o samba no Estácio
Vai rolar a noite inteira.